O Brigadeiro de Alface é para discutir como a nossa relação com a comida e com o nosso corpo afeta a forma como vivemos e nos expressamos.
Aqui você vai acompanhar relatos da minha vida como comedora e mulher e as maneiras que eu encontrei para lidar com as minhas emoções senão pela comida.
Você vai encontrar discussões sobre a representação da mulher na mídia, o nosso papel na sociedade e por que isto é importante para o nosso amor-próprio e bem-estar.
Tem também relatos de leitoras que querem dividir a sua visão ou história de vida.
Ah, e claro... Aqui você vai com certeza encontrar motivos para se amar.

 
 
 

Depois de décadas de engorda e emagrece, entender o porquê eu comia foi o começo da minha jornada em direção a uma vida de tolerância, autoaceitação e amor-próprio. Ao perdoar as minhas fraquezas e valorizar o que eu tenha de melhor, a vida começou a fazer mais sentido e a comida ganhou um novo significado.                                     

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Eu sempre amei comer! E quando eu digo comer não me refiro ao ato de mastigar, saborear e engolir. Comer foi por muitos anos a minha resposta para todos os males. Comer era o meu remédio contra ansiedade, entediamento e cansaço. Hoje comer é prazer, viver, saborear sem culpa e experimentar o novo.                                                          

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Quanto você mede e pesa? Como é a sua alimentação e rotina de exercícios? Eu vivo de dieta, o que fazer? Você pode me ajudar pessoalmente? Qual é a sua experiência pessoal com transtorno alimentar? Por que achamos que temos que ser magra para ser feliz? Devo desistir do desejo de emagrecer para me aceitar?                                                                       

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Imagine se você acordasse amanhã e se sentisse confiante para fazer o que quer e falar o que pensa. Imagine se você se olhasse no espelho e ao invés de se valorizar pelo o que vê, você se valorizasse por quem você é. Imagine se as nossas aspirações na vida fossem mais do que ter um corpo perfeito. Imagine se o seu sonho fosse mais do que ser magra.             

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